A Betnacional, uma das marcas da Flutter Brazil, encontrou diferentes formas de fazer parte da conversa em torno da Copa do Mundo da Fifa 2026, mesmo sem ser uma das patrocinadoras oficiais do evento. A estratégia foi construir relevância a partir de conteúdos, experiências e ativações próprias, conectando a marca à maneira como o torcedor brasileiro vive o futebol e respeitando as regras aplicáveis ao mercado.
“Nossa estratégia nunca foi tentar ocupar um espaço que pertence aos patrocinadores oficiais, mas construir relevância por meio de conteúdo, experiências e ativações próprias. O que queríamos era encontrar uma forma genuína de participar da experiência que milhões de brasileiros estavam vivendo durante a Copa. E percebemos que existiam muitas maneiras de fazer isso sem depender de propriedades oficiais”, disse Jorge Peixoto, Head de Brand Experience da Flutter Brazil.
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A solução encontrada foi investir em experiências culturais, ativações para os torcedores, produção de conteúdo e no trabalho com parceiros e embaixadores que já fazem parte do universo do futebol brasileiro.
“Tudo isso foi desenvolvido com muito planejamento e acompanhado de perto pelas nossas equipes jurídica e de compliance, garantindo que todas as iniciativas respeitassem as regras aplicáveis. O resultado mostra que quando a marca consegue criar experiências relevantes para as pessoas, ela conquista espaço de forma natural”, complementou Peixoto.
Entre as ações que tiveram mais repercussão estão o bandeiraço na Times Square, que acabou se tornando uma das imagens mais marcantes da Betnacional durante a Copa; o reconhecimento do Galvão Bueno pelo Guinness World Records como o narrador com mais jogos de Copas do Mundo ao vivo; e a proteção à estátua do Rocky Balboa, para evitar a maldição que prevê a derrota do time que vestir suas cores no monumento.
“Sinceramente, quando olho para trás, acho que o principal resultado não está nos números. O que mais me marcou foi ver brasileiros ocupando espaços icônicos dos Estados Unidos com a mesma alegria que demonstram quando acompanham a Seleção em casa. Ver pessoas cantando, abraçadas, levando bandeiras, celebrando juntas e criando lembranças que vão carregar para o resto da vida. A repercussão na imprensa e nas redes sociais acabou sendo uma consequência muito natural dessa conexão que conseguimos criar com o torcedor”, afirmou o executivo.
As ações tiveram parceria do Movimento Verde Amarelo (MVA), com quem a Betnacional já tem um relacionamento de anos, nascido de uma identificação verdadeira. “Percebemos, ainda em 2022, que eles enxergavam o futebol de uma maneira muito parecida com a nossa, com o torcedor como protagonista. A Betnacional e o MVA entendem que a Copa acontece nas ruas, nos encontros, nas viagens, nas bandeiras e em tudo aquilo que faz o torcedor viver esse momento de forma intensa. Por isso, fazia muito sentido estarmos juntos mais uma vez”, falou.
A marca aproveitou a paixão do brasileiro pelo evento para se inserir na conversa de maneira autêntica. “A Copa do Mundo tem um efeito diferente sobre o brasileiro. É aquele momento em que o país inteiro respira futebol, em que famílias e amigos se reúnem, em que todo mundo cria seus próprios rituais para acompanhar os jogos. Para mim, sempre foi muito mais do que uma competição esportiva, faz parte da minha vida e da de milhões de brasileiros. Era justamente dessa paixão que queríamos fazer parte. Não apenas colocando a nossa marca na conversa, mas ajudando a criar experiências que aproximassem ainda mais o torcedor da atmosfera da Copa”, explicou.
Para a empresa, o futebol está muito além dos 90 minutos. “Buscamos construir experiências, conteúdos e ativações que refletissem a forma como o brasileiro vive o futebol, sempre com responsabilidade e respeitando o ambiente regulado em que atuamos”, falou.
Durante a Copa do Mundo de Futebol 2026, a marca conseguiu levar um pouco do Brasil para o resto do mundo. “Quando o brasileiro viaja para acompanhar a Seleção, ele não leva apenas uma camisa na mala. Leva a música, a alegria, o jeito de torcer e toda uma cultura que faz parte da nossa identidade. Nós queríamos valorizar exatamente isso. Por isso realizamos ações como o bandeiraço na Times Square e o São João em Miami. Foram iniciativas pensadas para mostrar que o futebol conversa naturalmente com outras manifestações da cultura brasileira”, contou.
Essa conexão cultural com o consumidor é o que garante a relevância da marca. “A Copa desperta emoções que atravessam gerações e cria lembranças que ficam para sempre. Se a Betnacional conseguiu contribuir, ainda que um pouquinho, para tornar essa experiência mais divertida, mais emocionante e mais próxima da nossa cultura, acredito que já valeu todo o trabalho. No fim das contas, sempre foi isso que buscamos: estar ao lado do torcedor nos momentos que realmente importam”, disse Peixoto.



