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Aposta de Mercado Livre em moda inclui marca própria

Dos primórdios da internet, quando os consumidores tinham resistência de comprar roupas sem provar antes, até o momento atual, em que a IA permite experimentações virtuais e que um marketplace planeja lançar a própria marca, foi um longo caminho percorrido. A presença da moda no Mercado Livre foi o tema de um dos painéis do MMA Impact Brasil 2026.

O canal de moda do Mercado Livre foi criado há cerca de 1 ano e já tem 1,8 milhão de seguidores, o que mostra a relevância do tema para o público, principalmente jovem e feminino. Segundo Juliana Biasi, head de Marketing Amplification do Mercado Livre, 25% do que é comercializado em moda no mundo, hoje, são pelo e-commerce. “Esse comportamento avançou muito e o que a gente fez foi trazer o Mercado Livre como o melhor parceiro para isso. As pessoas já têm a confiança para fazer uma compra no Mercado Livre. A confiança, a variedade e a velocidade foram critérios que a gente entendeu que, quando a pessoa quiser procurar o que vestir, ela vai procurar no Mercado Livre”, diz a executiva.

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“A gente vê o Mercado Livre hoje no top 2 de conversas sobre moda dentro de todas as marcas desse marketplace, inclusive entre as focadas em moda. Tem sido um grande laboratório”, afirma Marcos Brabo, CSO da Ginga.

O sucesso é tanto que o marketplace está lançando sua própria marca de moda, a Mercado Livre Basics. “A gente entendeu que a gente consegue ouvir, com social listening, e entender o que a pessoa quer e a gente tem conseguido fidelizar esse público. É parte de nosso objetivo como marca continuar investindo em moda”, fala Juliana.

Por ser um tema mais leve, o canal de moda também é espaço para tentar novas experiências. “Ter os canais de moda fez a diferença porque acaba sendo um lugar mais livre para experimentação. A gente passou por todos os formatos, do conteúdo do usuário, que a gente usa muito, até influenciadores e creators, e olhar para pessoas que se conectam com essa galera que está interessada no assunto”, fala Fernanda Fontes, CCO da Agência Ginga.

As executivas destacam que as possibilidades trazidas pela tecnologia e a inteligência artificial, como fazer testes rápidos e seguir as tendências que as pessoas esperam ver, estão só começando. 

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