O novo episódio do podcast Masters of Marketing, em parceria com a Ginga, mergulha na evolução do social commerce e nas estratégias de Creator Economy do Mercado Livre. O programa recebe Rodrigo Freitas, Social Commerce Senior Manager/Affiliates & Creators Brazil no marketplace, para discutir o amadurecimento dessas ferramentas. A mediação é de Fabiano Destri Lobo, CEO da MMA para América Latina.
A jornada do Mercado Livre no segmento começou com transmissões ao vivo e vídeos curtos, os clipes para apresentar produtos. Freitas explicou que o modelo evoluiu para uma camada de conversão direta, onde influenciadores e afiliados deixam de ser apenas peças de mídia para se tornarem motores de vendas.
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O foco central é a democratização: o programa agora permite que criadores com bases menores monetizem suas comunidades. Essa mudança baseia-se na percepção de que nanos e microinfluenciadores nichados geram maior confiança e engajamento do que grandes celebridades com conteúdos engessados.
“O Mercado Livre tem o propósito de democratizar o comércio eletrônico e a gente adicionou mais essa camada de afiliados e criadores, que qualquer um pode participar, para creators a partir de 10 mil seguidores. Imagina se, há 3 anos, qualquer uma das grandes marcas estava comprando o post de um creator com 10 mil, 15 mil seguidores. Eles não estavam no radar nesse formato antigo. E hoje eles participam com a gente falando dos produtos que eles compram e que eles têm em casa. Vira orgânico e mantém a confiança dele com a comunidade”, disse Freitas.
Para otimizar a experiência, a plataforma integrou catálogos com parceiros como Meta e YouTube, reduzindo a fricção e permitindo que o consumidor finalize a compra sem sair do ambiente de entretenimento. O executivo ressaltou que, no mercado latino-americano, o tom deve ser relacional e conversacional, priorizando a autenticidade do criador em seu dia a dia.
“Pelos nossos dados, a conversão está muito mais ali na autenticidade e não em tentar controlar a narrativa do Creator. Isso é muito importante para as marcas e agências. Não tente fazer como, há 2 anos, em que você falava exatamente os passos que os creators tem que dar no vídeo dele”, fala.



