O painel “Conversas, influência e pertencimento: como o streaming está criando um novo modelo de conexão com as pessoas”, que fechou a programação do MMA Innovate Brasil 2026, trouxe um debate sobre como as marcas precisam se adaptar às novas linguagens dos meios de comunicação, com destaque para a Cazé TV, que teve grande repercussão durante a transmissão da Copa do Mundo, em junho deste ano.
A jornalista e apresentadora Bárbara Coelho abriu o painel contando que o evento ajudou o streaming a sair de sua bolha de audiência. “Não é mais uma conversa só dos jovens. A Copa foi boa para furar essa bolha. Quem esteve com a gente entendeu que nossa maneira de conversar sobre as marcas foi muito diferente do que o mercado já tinha experimentado”, falou.
A CazéTV tem uma maneira diferente de se comunicar com sua audiência e essa forma de falar com público é estendida às marcas que anunciam com eles.
“Não é fácil disruptar a fórmula dessas empresas gigantescas, como GM e Itaú, e mudar a forma como elas se comunicam e falam com a audiência”, Christian Mutzig, sócio da LiveMode, detentora da CazéTV
O Itaú foi uma das marcas que apostou no novo formato de streaming. “A gente acredita no modelo da LiveMode. A gente fechou uma parceria de 3 anos, no final de 2024, e muito com o objetivo de aprender, construir experiência, testar a maneira de fazer Marketing e os limites”, disse Juliana Cury, CMO da Itaú.
A General Motors também fez uma parceria com o canal de streaming para a Copa de 2026 e entendeu que o momento da comunicação é outro. “Esse momento que a gente está vivendo, de muita mídia, muita tela, muita polarização, faz a gente rever uma série de processos. Precisamos entender como a gente está cuidando das pessoas e quais são os parceiros que podem fazer a gente viver esses tempos modernos”, contou Gustavo Aguiar, CMO da GM América do Sul.



